Eleições
Mateus: "Obrigado Macaé pelos 1416 votos!"
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Qual a verdadeira mudança para Macaé nestas eleições?
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PSTU defende a mobilização da juventude como força de transformação social
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Mateus denuncia a privatização da Saúde em Macaé
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Mateus visitou camponeses do assentamento Celso Daniel.
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PSTU defende uso de ferrovias para solucionar transporte em Macaé
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Mateus, do PSTU, visita apoiadores no bairro Jardim Franco
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Mateus debate meio ambiente na UFRJ
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Mateus participa de entrevista na TV Record
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Mateus participa de entrevista na TV Record
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Material Oficial


Perfil:
Mateus é petroleiro reconhecido pelas lutas desenvolvidas em defesa da categoria. Cipeiro por dois mandatos no Terminal de Cabiúnas e membro de um grupo de oposição à atual direção do Sindipetro-NF – com 44% dos votos conquistados nas últimas eleições - vêm lutando pela segurança e saúde dos trabalhadores, refletindo a realidade dos petroleiros da Petrobrás e terceirizados. É um dos porta-vozes na denúncia da demissão da ativista Ana Paula Aramuni, desligada da empresa enquanto era candidata ao Conselho de Administração da Transpetro. Além disso, Mateus participou das principais lutas da cidade nos últimos anos, como as mobilizações dos professores municipais, que culminou em algumas conquistas à categoria e as últimas lutas dos estudantes, professores e servidores federais, em greve por mais investimentos à educação. O atual operário é militante desde 2002 e ingressou no PSTU em 2005, quando participou do Grêmio da Escola Federal Pedro II. Desde muito novo, já lutava por uma sociedade socialista, mais justa e igualitária, sem qualquer tipo de exploração e opressão.
- Minha candidatura estará a serviço dos trabalhadores dessa cidade, que com seu suor construíram a riqueza que representa 80% do petróleo de todo o país. Nem Christino Áureo, nem Dr. Aluízio, nem Zezé Abreu representam candidaturas comprometidas com a juventude e trabalhadores, pois em todos esses anos estiveram aliados com os patrões e empresários e fizeram parte do mesmo governo que transformou Macaé em um balcão de riqueza para uma minoria, enquanto a maioria é refém de transporte público, moradia, saúde e educação precárias. Chega de governar para os ricos, precisamos de uma Macaé para os trabalhadores – afirmou Mateus Ribeiro.

